{"id":1220,"date":"2021-05-17T08:56:05","date_gmt":"2021-05-17T11:56:05","guid":{"rendered":"https:\/\/cruzaltaonline.com.br\/portal\/?p=1220"},"modified":"2021-05-17T09:14:16","modified_gmt":"2021-05-17T12:14:16","slug":"em-dez-anos-industrias-migram-do-sudeste-para-outras-regioes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cruzaltaonline.com\/portal\/2021\/05\/17\/em-dez-anos-industrias-migram-do-sudeste-para-outras-regioes\/","title":{"rendered":"Em dez anos, ind\u00fastrias migram do Sudeste para outras regi\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center\">\u00c9 o que mostra estudo da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria<\/h3>\n<figure id=\"attachment_1221\" aria-describedby=\"caption-attachment-1221\" style=\"width: 601px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/cruzaltaonline.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/sede_suzano_celulose_mucuri_ba_03-850x567-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1221\" src=\"https:\/\/cruzaltaonline.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/sede_suzano_celulose_mucuri_ba_03-850x567-1-1024x613.jpg\" alt=\"\" width=\"601\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/cruzaltaonline.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/sede_suzano_celulose_mucuri_ba_03-850x567-1-1024x613.jpg 1024w, https:\/\/cruzaltaonline.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/sede_suzano_celulose_mucuri_ba_03-850x567-1-300x179.jpg 300w, https:\/\/cruzaltaonline.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/sede_suzano_celulose_mucuri_ba_03-850x567-1-768x459.jpg 768w, https:\/\/cruzaltaonline.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/sede_suzano_celulose_mucuri_ba_03-850x567-1.jpg 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1221\" class=\"wp-caption-text\">Cultivo de eucalipto em ind\u00fastria de celulose em Mucuri<br \/>Foto: Amanda Oliveira\/GOVBA<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"post-item-wrap\">\n<p>Em dez anos, a ind\u00fastria nacional ficou menos concentrada nos estados do Sudeste e ganhou for\u00e7a em outras regi\u00f5es do pa\u00eds. Estudo da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) mostra como, entre os bi\u00eanios 2007\/2008 e 2017\/2018, a produ\u00e7\u00e3o industrial migrou de S\u00e3o Paulo e do Rio<span id=\"OBJ_PREFIX_DWT745_com_zimbra_date\">\u00a0de Janeiro<\/span>\u00a0para outros estados.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1409892&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1409892&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>No per\u00edodo, o Sudeste reduziu a participa\u00e7\u00e3o no Produto Interno Bruto (PIB) da ind\u00fastria em 7,66 pontos percentuais. O Nordeste ganhou 2,06 pontos percentuais (pp) em participa\u00e7\u00e3o e a Regi\u00e3o Sul, 2,46 pontos percentuais.<\/p>\n<p>Mesmo assim, o Sudeste continua respons\u00e1vel por 53,9% do PIB industrial, seguido pelo Sul com 19,4%. O Nordeste tem 12,93% de participa\u00e7\u00e3o; o Norte, 7%; e o Centro-Oeste, 6,7%.<\/p>\n<h2>Ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>No principal segmento industrial do pa\u00eds, a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, v\u00e1rios setores tiveram migra\u00e7\u00f5es importantes para fora da Regi\u00e3o Sudeste, que ainda concentra 55,1% da produ\u00e7\u00e3o manufatureira. S\u00e3o Paulo concentra 38,14% de todo o valor produzido por esse setor.<\/p>\n<p>Apesar de ainda ser o estado mais importante na produ\u00e7\u00e3o manufatureira, S\u00e3o Paulo perdeu espa\u00e7o em diversos setores. Na ind\u00fastria de celulose, a participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria paulista caiu de 50,31% para 31% em dez anos. Apesar de ainda ser o maior produtor, outros estados passaram a\u00a0<span id=\"OBJ_PREFIX_DWT746_com_zimbra_date\"><span id=\"OBJ_PREFIX_DWT1424_com_zimbra_date\" role=\"link\"><span id=\"OBJ_PREFIX_DWT1425_com_zimbra_date\" role=\"link\">ter<\/span><\/span><\/span>\u00a0maior import\u00e2ncia, como Mato Grosso do Sul, que respondia por 0,23% da produ\u00e7\u00e3o no bi\u00eanio 2007\/2008 e se tornou o terceiro maior produtor nacional em 2017\/2018, respondendo por 11,08% do total.<\/p>\n<p>No setor de vestu\u00e1rio, S\u00e3o Paulo foi ultrapassado por Santa Catarina. Nos anos 2007\/2008, a ind\u00fastria paulista produzia cerca de R$ 4 bilh\u00f5es em produtos de vestu\u00e1rio e as empresas catarinenses, R$ 2,5 bilh\u00f5es. Dez anos depois, Santa Catarina tem 26,75% da produ\u00e7\u00e3o do setor, equivalente a R$ 6,6 bilh\u00f5es ao ano, enquanto S\u00e3o Paulo tem uma parcela de 22,57% da manufatura de vestu\u00e1rio do pa\u00eds (R$ 5,5 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>A Bahia foi o estado que mais ganhou espa\u00e7o na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, passando de uma participa\u00e7\u00e3o de 2,6% para 4,05% da produ\u00e7\u00e3o brasileira. A ind\u00fastria baiana conseguiu destaque na fabrica\u00e7\u00e3o de produtos minerais n\u00e3o met\u00e1licos (cimento, tijolos, vidro), em m\u00e1quinas e materiais el\u00e9tricos e bebidas.<\/p>\n<p>Pernambuco foi o segundo estado que mais aumentou em pontos percentuais a participa\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o nacional, com o crescimento de 1,3 pp, chegando a 2,84% da produ\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Esse resultado foi poss\u00edvel com a expans\u00e3o no estado da ind\u00fastria de ve\u00edculos, derivados de petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis.<\/p>\n<h2>Ind\u00fastria de extra\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Na ind\u00fastria extrativa, o Rio<span id=\"OBJ_PREFIX_DWT747_com_zimbra_date\">\u00a0de Janeiro<\/span>\u00a0perdeu 22,45 pontos percentuais de participa\u00e7\u00e3o, caindo de 61,54% da produ\u00e7\u00e3o nacional para 39,09% em dez anos.\u00a0\u00a0Essa queda se deve, principalmente, \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os m\u00e9dios do petr\u00f3leo e g\u00e1s natural, setor que representa 88% da ind\u00fastria extrativa fluminense.<\/p>\n<p>Mesmo com uma perda de 3,85 pontos percentuais em dez anos, o Sudeste ainda \u00e9 respons\u00e1vel por 75,54% da ind\u00fastria extrativa do pa\u00eds. No per\u00edodo, a Regi\u00e3o Norte ganhou 9,94 pontos percentuais, ficando com parcela de 16,9% da ind\u00fastria de extra\u00e7\u00e3o.\u00a0\u00a0O Par\u00e1 \u00e9 o terceiro estado mais importante do segmento, com 15,97% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Esse resultado se deve \u00e0 alta dos pre\u00e7os especialmente dos minerais met\u00e1licos.<\/p>\n<h2>Constru\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Na ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o, a Regi\u00e3o Sudeste caiu 9,69 pontos percentuais na parcela de participa\u00e7\u00e3o do segmento, concentrando 38,45% dessa produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em dez anos, o Norte teve uma expans\u00e3o de 6,61 pontos percentuais e, agora, responde por 12,6% da ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o do pais. A Regi\u00e3o Nordeste concentra 20,16% do segmento da constru\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s crescer 4,95 pontos percentuais em uma d\u00e9cada.<\/p>\n<\/div>\n<p class=\"alt-font font-italic my-2 small text-info\">Edi\u00e7\u00e3o: Gra\u00e7a Adjuto<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 o que mostra estudo da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria Em dez anos, a ind\u00fastria nacional ficou menos concentrada nos estados do Sudeste e ganhou for\u00e7a em outras regi\u00f5es do pa\u00eds. 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